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Condenado à morte, São Pedro foi, como o divino Mestre, cruelmente açoitado e em seguida levado à colina vaticana para ser crucificado. Estando tudo pronto para a execução, São Pedro pediu aos algozes que o pregassem na cruz com a cabeça para baixo, porque se achava indigno de morrer como o divino Mestre. |
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| Para uma boa confissão |
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| Escrito por 'São Pedro' |
| Sex, 26 de Fevereiro de 2010 18:59 |
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A confissão é o sacramento que Nosso Senhor instituiu para re-infundir a graça santificante que os batizados perdem com o pecado mortal e para dar forças aos que não a perderam, para que a mantenham em suas almas.
Para que haja uma confissão bem feita são necessários: 1 - exame de consciência: pelo qual o penitente examina sua consciência em busca dos pecados cometidos desde a última confissão bem feita. 2 - arrependimento: que é a dor de alma por ter ofendido a Deus. Para que o arrependimento seja verdadeiro não é necessário nenhum ato sensível, como lágrimas, sensações, etc, mas somente uma repulsa sincera do pecado. O arrependimento pode ser de dois modos, contrição ou atrição. A contrição é o arrependimento feito por puro amor de Deus e a atrição é o arrependimento imperfeito feito por medo do inferno, por desejo do Céu ou por horror a feiúra do pecado. Para a confissão, basta a atrição, sendo que, evidentemente, a contrição é enormemente mais perfeita. 3 - firme propósito de não tornar a pecar: é a conseqüência imediata do arrependimento, pois, quem se arrepende verdadeiramente, promete nunca mais ofender a Deus. Importante notar que o firme propósito não nos garante a confirmação na graça, sendo que, mesmo fazendo um ato verdadeiro de rejeição ao pecado, podemos, pela miséria de nossa natureza, tornar a pecar. O firme propósito deve ser feito com a petição do auxilio divino, sendo que, por nossas próprias forças, não conseguimos ficar sem pecar por muito tempo. 4 - acusação: consiste em ir contar os pecados a um padre. A confissão deve ser auricular, ou seja, secreta e individual (no confesisonário). Devemos contar todos os pecados mortais que nos lembramos, se possível com o numero de vezes que o cometemos. A obrigação é de confessar somente os pecador mortais (graves), sendo que a Igreja recomenda que se confesse também os pecados veniais (leves), sobretudo os cometidos deliberadamente. A confissão deve ser concisa e precisa, sem omissão nem exagero dos pecados. 5 - absolvição: é o perdão que o padre, agindo in persona Christi, dá ao fiel. Consiste nas palavras: eu te absolvo dos teu pecados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. 6 - penitência ou satisfação: depois de absolver o fiel, o padre lhe impõe um penitência, que é um sacrifício exigido para satisfazer a pena do pecado. Em geral, a penitência consiste na recitação de algumas orações. Ainda é importante notar que todos os pecados esquecidos ficam perdoados, salvo se o fiel se negligenciou a fazer o exame de consciência. Já os pecados mortais voluntariamente omitidos não ficam perdoados e constituem um grave pecado de sacrilégio, pois se fiel, consciente de ter feito um pecado mortal, o omite por querer, ele está profanando a confissão, que é custeada pelo sangue que Nosso Senhor derramou com muita dor na Cruz. Para concluir, é preciso dizer que todo católico, com o uso da razão, tem a obrigação de se confessar ao menos uma vez ao ano, sendo que um bom católico se confessa mais vezes. Para comungar é necessário estar em estado de graça e a melhor maneira para ficar em estado de graça é a confissão freqüente. Os bons autores recomendam a confissão mensal e até mesmo quinzenal. |
| Última atualização em Qui, 04 de Março de 2010 13:06 |



